17 municípios da região cresceram mais que Iporá durante três anos

02/01/2022
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Agronegócio é ponto forte da região para aumento do PIB

Entre 2015 e 2018, considerando somente os últimos 3 anos de dados disponíveis quanto ao Produto Interno Bruto (PIB), o número de municípios da região Oeste de Goiás (oestinos) com crescimento acima da média estadual subiu de 19 para 24. O município de Iporá está entre estes. Mas existem 17 municípios que cresceram o seu PIB em um ritmo mais acelerado do que Iporá. Os dados são de órgãos do Governo de Goiás. 


Nestes três anos em que são os últimos que se tem contabilizados o que faz formar o PIB, o crescimento de Iporá foi de 17,01% (658.207 / R$ mil). Iporá ficou com 17,01% de crescimento na região, enquanto que sua posição de ranking em todo estado é a de número 121. Até municípios com cidades menores foram de crescimento superior a Iporá, certamente em função de atividades do agronegócio. Foi Arenópolis o município da região que mais cresceu seu PIB (50,6% / 142.409 em R$ mil).  Pela ordem, outros que também cresceram nesses três anos são:  Paraúna, Palminópolis, Caiapônia, Jandaia, Diorama, Santa Fé de Goiás, São João da Paraúna, Doverlândia, Ivolândia, Bom Jardim de Goiás, Firminópolis, Adelândia, Baliza, Montes Claros de Goiás, Amorinópolis e São Luís de Montes Belos. Os que cresceram menos que Iporá foram:  Palmeiras de Goiás, Jussara, Campestre de Goiás, Aragarças, Jaupaci e Britânia. Nessa lista dos últimos 3 anos, 8 novos municípios entraram na lista dos que cresceram acima da média do Estado: Amorinópolis, Jandaia, São João da Paraúna, Adelândia, São Luís, Britândia, Jussara e Jaupaci. 


Interessante notar no mesmo estudo feito é considerado que, dos municípios oestinos listados anteriormente entre os 20% mais pobres do Estado, 5 cresceram acima da média. São eles: Campestre, Baliza, São João, Ivolândia e Adelândia.


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Em 2008, a região Oeste de Goiás tinha três municípios entres os 20% (49) mais ricos do Estado. Em 2008, eram três entre esses mais ricos. Pela ordem: SLMBelos, Palmeiras e Caiapônia. Em 2015, a região manteve três 3 entre os mais ricos, mas com mudanças de nomes e ordem (Palmeiras, SLMBelos e Paraúna). E em 2018, novamente três, com nova alteração: Palmeiras, Paraúna e SLMBelos.


Entre os 20% (49) mais pobres, ou de menor PIB, tínhamos 12 em 2008. Pela ordem, dos mais pobres para os menos: Cachoeira de Goiás, Moiporá, Buriti de Goiás, Adelândia, Diorama, Jaupaci, Israelândia, Baliza, Córrego do Ouro, Campestre, Ivolândia e Avelinópolis. Em 2015, mantivemos 12 municípios entre os mais pobres: Cachoeira, Adelândia, Moiporá, Buriti de Goiás, São João da Paraúna, Diorama, Jaupaci, Israelândia, Córrego do Ouro, Avelinópolis, Campestre e Amorinópolis. Da lista de 2008 saíram Ivolândia e Baliza e entraram Amorinópolis e São João da Paraúna. Em 2018, a região do Oeste Goiano pulou de 12 para 13 entre os mais pobres: Cachoeira de Goiás, Moiporá, Adelândia, Buriti de Goiás, Avelinópolis, Córrego do Ouro, Israelândia, Jaupaci, São João da Paraúna, Diorama, Novo Brasil, Aurilândia e Campestre, tendo mantido a lista de 2015 e acrescido Novo Brasil entre estes.


Entre 2008 e 2018, 19 municípios do Oeste Goiano cresceram acima da média do Estado. Pela ordem dos que mais cresceram, são: Arenópolis, Palminópolis, Santa Fé, Paraúna, Piranhas, Baliza, Ivolândia, Montes Claros de Goiás, Palmeiras, Firminópolis, Diorama, Aragarças, Caiapônia, Iporá, Doverlândia, Bom Jardim, Palestina de Goiás, Nazário e Caiapônia. Detalhe: SLMBelos e Jussara fora dessa lista.

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