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Câmara nega para servidores direito de indicar tesoureiro do Ipasi

Alguns vereadores manifestaram abertamente em favor dos funcionários da Prefeitura na sessão desta manhã de segunda-feira, 26, mas prevaleceu a vontade do prefeito Danilo Gleic Alves dos Santos (PSDB) e o veto foi mantido, ficando na forma original o Projeto de Lei em que servidores não vão passar a possuir o direito de indicar o tesoureiro do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores de Iporá (Ipasi). A emenda de autoria do vereador Gumercino Francisco (PPS) não vingou. Ele defendeu muito o interesse dos funcionários. Com ele, também manifestaram em favor dos funcionários, em seus discursos em sessão, os vereadores Paulo Alves e Valdomiro de Paula, ambos do PT; Auelione Alves e Adriano Coutinho, do PMDB e mais o vereador Rodrigo Marques, companheiro de partido de Gumercino Francisco, outro que também era intransigente na defesa dos funcionários da Prefeitura.

A sessão que tinha como pauta exclusiva a apreciação do veto do prefeito ao projeto de lei foi tensa. Gumercino Francisco fez duras críticas ao presidente da Câmara, Duílio Siqueira. Gumercino e alguns outros vereadores queriam o voto em aberto na apreciação do veto. Gumercino afirmou que o presidente da Câmara está agindo no interesse do Executivo. Duílio se defendeu dizendo que colocaria o voto na forma secreta pois é assim que está previsto em lei. De fato, assim foi feito. Cada vereador votou sigilosamente com o uso de cédulas e urna. O placar foi 7 x 6 em favor do interesse do Executivo. Não dá para dizer abertamente quem votou contra os interesses dos servidores. Mas a manifestação pública e aberta em Tribuna, leva-se a crer que queriam a derrubada do veto e o atendimento dos interesses dos servidores os vereadores citados: Paulo Alves, Valdomiro de Paula, Auelione Alves, Adriano Coutinho, Rodrigo Marques e Gumercino Fio, este último o mais enfático de todos. Estes diziam declarar abertamente seu voto para derrubada do veto.

Ao final, a reportagem ouviu os dois vereadores do PT, Paulo Alves e Valdomiro de Paula, que disseram que foi negada aos servidores uma grande oportunidade de democratizar a participação deles na gestão do dinheiro para fins de aposentadoria dos servidores. Adair Francisco, presidente do Sindiporá, disse para a reportagem que ficou decepcionado com a classe política, pois todos eles tinham um compromisso com a categoria. No plenário da Câmara não eram muitos os servidores presentes. A categoria não pareceu muito interessada no assunto.

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