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Vanderlan comemora redução dos juros em taxas do FCO

Senador coordenou grupo de trabalho com senadores do Centro-Oeste, mas medida também vai beneficiar norte e nordeste do país

 Os setores de serviços, indústria e comércio acabam de ter uma vitória na luta pela redução da taxa de juros do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), linha de financiamento que também atende o agronegócio. A boa notícia foi dada hoje pelo senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), em entrevista à rádio BandNews Goiânia. Ele recebeu a informação do Conselho Monetário Nacional do Banco Central, na noite desta terça-feira, 8 de março. 

No Senado Federal, Vanderlan coordenou os trabalhos pela redução do FCO com grupo de senadores do Centro-Oeste formado, principalmente, pelos senadores Nelsinho Trad (PSD-MS), Izalci Lucas (PSDB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Carlos Fávaro (PSD-MT). “Nossa maior vitória é que os juros para os três setores serão pré-fixados como já acontece para o setor de agronegócio”, explicou o senador. 

Segundo a resolução aprovada no CMN, são três as mudanças principais: opção de taxas pré-fixadas, possibilidade de migração das empresas para o novo regime (pré-fixado) e estabilidade das taxas. De acordo com técnicos, a expectativa de economia para o empresário pode atingir 400 milhões por ano só para o Centro-Oeste e, se considerar os três fundos (Centro-Oeste, Norte e Nordeste) a economia em juros passa de R$ 1 bilhão por ano. 

“Foi, realmente, uma vitória muito grande neste momento que precisamos ver a economia girar. Os empresários destes setores estavam desistindo do FCO por causa dos juros exorbitantes que estavam sendo cobrados e isso causa desemprego”, disse Vanderlan. 

Ele exemplifica que, ao adquirir um financiamento, um comércio de médio porte que possuía uma parcela inicial de R$70 mil reais chegou a pagar R$ 108 mil reais. Um aumento de R$ 38 mil por parcela. O mesmo vinha ocorrendo com empresas de pequeno e grande porte seja do comércio, serviço ou indústria. 

“As propostas que apresentamos para a redução dessas taxas exorbitantes foram acatadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional que ampliou o benefício para o Norte e Nordeste. Estávamos aguardando tão somente a aprovação do Conselho Monetário Nacional para consolidar essa redução e recebemos essa boa notícia ontem com a publicação da resolução”, comemora o senador. 

 

Histórico – A primeira reunião do FCO aconteceu no dia 6 de outubro de 2021 e o resultado se deu depois de vários encontros e discussões que culminaram com uma proposta elaborada pelos senadores em conjunto com técnicos da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), com a Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial), e com as Federações das Indústrias de Goiás e Mato Grosso. A proposta foi encaminhada ao Ministério do Desenvolvimento e para o Conselho Monetário Nacional e grande parte dos itens foi acatada.

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