Muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos, ou melhor, só um será Subsecretário Regional de Educação. Um mês depois de iniciado o Governo Marconi já é possível ver melhor as probabilidades de cada um dos que pretendem o cargo. Até mesmo alguns que não defendem o professor Jerônimo Brito, admitem que ele é o favorito para ser nomeado para o cargo. A razão é simples. É que o professor Jerônimo Brito tem como padrinho o deputado federal João Campos (PSDB) e uma interferência pessoal, em seu favor, de Ataul Alves Rosa, o pastor da Igreja Assembleia de Deus. Entre os dois, o pastor e o professor, há uma relação de parentesco.
O deputado João Campos supõe que seus votos obtidos em Iporá vieram maciçamente da Igreja Assembleia de Deus. Até que houve apoio de tucanos com mandatos, mas este apoio foi dividido com Flávia Morais. E o reeleito para deputado federal tem mais gratidão é para com Ataul e para com o próprio Professor Jerônimo, também filiado ao PSDB e que esteve atuante na sua reeleição.
Conta como fator a favor do Professor Jerônimo Brito o fato de que o deputado federal reeleito poderia interferir em mais nomeações em Iporá. Mas não quer. João Campos só pediu ao governador Marconi Perillo que nomeie o Professor Jerônimo Brito. Não pediu mais nada… Tudo pesa a favor de Brito. Mas ainda resta esperar. Os demais pretendentes ao cargo são os professores Dárcio Siqueira, Eunice Galvão, Juselina Duarte e Adeilton Ferreira, atual Subsecretário.
