
O funcionamento da Nefrocenter, a Clínica de Hemodiálise de Iporá, fica próximo de ser possível, com a obra que teve início: a construção de uma rede de esgoto de cerca de 200 metros entre aquela unidade de saúde e a tubulação já existente na Avenida 24 de outubro. A empreiteira do esgoto sanitário já toma providências.
Sobre o córrego Tamanduá e quintais passará a tubulação do esgoto sanitário. Foi a localização da clínica na Avenida Quintino Vargas, Bairro Mato Grosso, fator que fez com que esta ainda não estivessse funcionando. Veio depois de todo pronto o prédio, uma exigência da Vigilância Sanitária para que houvesse na localidade a rede de esgoto sanitário. O lamentável foi que a Avenida Quintino Vargas, logradouro onde está a clínica, não estava dentro da área onde acabava de ser inaugurada a primeira extensão de rede de esgoto da cidade. Com isso, surgiu o impedimento para o funcionamento da clínica de hemodiálise de Iporá.
Como a Elmo Engenharia, empreiteira que faz uma obra no centro e tem para si a licitação de rede também no Bairro mato Grosso, esta começa a execução por esta ligação de esgoto entre a clínica e a tubulação da Avenida 24 de outubro, uma extensão que servirá também para a futura rede do Bairro Mato Grosso.
Mais um paciente de hemodiálise morreu
O funcionamento da clínica de hemodiálise está sendo aguardado com muita ansiedade pelos pacientes que fazem este procedimento em Goiãnia, às vezes, três vezes por semana. São dezenas de pessoas que se dirigem à capital para a hemodiálise em cansativas viagens para pessoas muitas vezes debilitadas pela doença. Alguns iporaenses que fazem hemodiálise faleceram recentemente. No último sábado, 24, mais um faleceu. Ele estava no Hospital Neurológico de Goiânia. Foi vitimado por um derrame cerebral. Ele é Orcalino Moreira Alves, de 64 anos e que a 7 anos fazia tratamento de hemodiálise 3 vezes por semana em Goiânia. As muitas viagens o deixou bastante debilitado.
