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Subestação Rio Vermelho ampliada e reforça redes em Luziânia

Troca de transformador aumenta em 32%  capacidade da principal subestação da cidade e fortalece infraestrutura do sistema de uma das regiões que mais crescem no entorno de Brasília

Goiânia, 24 de abril de 2026 – A Subestação Rio Vermelho, em Luziânia, passou por uma ampliação de potência após a substituição de um transformador de 25 MVA por um equipamento de 33 MVA, reforçando a capacidade da principal estrutura de distribuição de energia da cidade. A obra acompanha o crescimento do município, um dos maiores do Entorno do Distrito Federal, onde a expansão urbana exige investimentos constantes em infraestrutura elétrica.

A mudança representa um aumento de cerca de 32% na capacidade da subestação, ampliando o volume de energia que pode ser distribuído para a cidade. Na prática, é como ampliar a largura de uma estrada por onde passam milhares de veículos todos os dias. Com mais espaço, o fluxo segue sem congestionamentos — mesmo quando o movimento aumenta.

A Subestação Rio Vermelho atende 72.245 clientes da Equatorial Goiás em Luziânia. Considerando a média de moradores por residência no Brasil — cerca de 2,8 pessoas por domicílio, segundo o IBGE — a energia que passa por essa estrutura impacta diretamente a vida de mais de 200 mil pessoas.

Isso inclui residências, comércio, indústrias e serviços públicos que dependem de fornecimento estável de energia para funcionar diariamente. Subestações funcionam como grandes centros de distribuição. A energia chega por linhas de alta tensão, é transformada e segue para bairros, hospitais, escolas e empresas. Quando a capacidade dessas estruturas aumenta, toda a rede ganha mais estabilidade.

Embora os números sejam técnicos, o impacto pode ser traduzido de forma simples. O consumo médio de uma residência brasileira gira em torno de 150 quilowatt-hora por mês. A capacidade adicional liberada pela ampliação da subestação representa energia suficiente para abastecer milhares de residências. Em termos comparativos, o ganho de potência equivale aproximadamente ao consumo de uma cidade pequena brasileira, com população entre 20 mil e 40 mil habitantes.

Mais segurança para períodos de maior consumo

Luziânia é hoje um dos principais polos urbanos do Entorno do Distrito Federal. O município tem mais de 210 mil habitantes e integra a região que circunda Brasília e que concentra um dos maiores processos de expansão urbana do Centro-Oeste.

Somente as cidades do Entorno goiano que fazem divisa com o Distrito Federal somam mais de 1,2 milhão de moradores, formando um corredor urbano conectado à capital federal. Esse crescimento populacional aumenta a demanda por infraestrutura básica — especialmente energia elétrica. Quando novas casas são construídas, bairros se expandem e empresas se instalam, o consumo de energia cresce junto.

Investimentos em subestações fazem parte da base que permite o funcionamento das cidades. Urbanistas costumam chamar esse tipo de obra de infraestrutura invisível — redes que não aparecem nas ruas, mas sustentam tudo o que acontece nelas.

Segundo o superintendente da Equatorial Goiás na Região do Entorno, Antonio Galvão, a ampliação acompanha o crescimento da cidade. “Além de permitir novas ligações de energia, a ampliação da subestação também aumenta a segurança do sistema elétrico. Nos períodos de calor intenso, por exemplo, quando milhares de aparelhos de ar-condicionado e ventiladores são ligados ao mesmo tempo, o consumo dispara. Com maior capacidade instalada, a rede passa a operar com mais folga e menor risco de sobrecarga”, afirma.​​

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual, em uma área de 336.871 km².

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