
O governo de Goiás tem intensificado o diálogo com empresários do setor mineral para garantir que a riqueza das terras raras gere desenvolvimento econômico dentro do próprio estado. O empenho do governador em exercício Daniel Vilela é para que Goiás não seja apenas fornecedor da matéria-prima extraída das jazidas, mas também se torne referência no beneficiamento e industrialização desses minerais estratégicos.
Goiás possui grande potencial na área de terras raras, minerais considerados fundamentais para setores de alta tecnologia, indústria eletrônica, produção de baterias, equipamentos industriais e diversos segmentos ligados à inovação. Diante desse cenário, o governo estadual trabalha para incentivar que as empresas realizem não somente a extração, mas também o processamento industrial nos próprios municípios onde as jazidas estão localizadas como, por exemplo, em Iporá. Isso mudaria a economia da cidade.
A proposta defendida por Daniel Vilela é agregar valor ao produto ainda em território goiano, promovendo geração de empregos, fortalecimento da economia local e ampliação das oportunidades de desenvolvimento regional. Com reservas minerais que representam 25% da disponibilidade mundial e a presença da única produtora em grande escala de terras raras pesadas críticas fora da Ásia, o Governo de Goiás atua para o processamento da matéria prima no estado, visando alavancar a economia goiana com arrecadação, lucratividade, benefícios econômicos e geração de emprego e renda. É o que defende o governador Daniel Vilela, que afirma que a entrada de um novo sócio na mina da Serra Verde — a americana USA Rare Earth Inc. (USAR) — reforça os esforços do Governo de Goiás para consolidar o estado como referência no setor. A empresa já contava com participação de fundos internacionais (dois dos Estados Unidos e um do Reino Unido).
