Pais de Alunos da Pré Escola I e II estão anunciando que vão ter uma conversa hoje, segunda-feira, 11, com o Promotor de Justiça da Comarca. Não foi resolvido. Ne
Impasse continua
Salas de aulas fechadas
Crianças precisam serem levadas para estudos em outros bairros
Administração insiste em não atender as reclamações dos pais
Esse problema será levado no dia de hoje ao Ministério Público
Pais de Alunos da Pré Escola I e II estão anunciando que vão ter uma conversa hoje, segunda-feira, 11, com o Promotor de Justiça da Comarca. Não foi resolvido. Nem há expectativa de que as famílias do lado oeste da cidade de Iporá (Bairro do Sossego, Vila José Cândido Vieira, Setor Santo Antônio e parte do Bairro Mato Grosso) tenham sala de aula próxima às suas casas.
A dificuldade surgiu com a decisão da nova administração em não usar mais o prédio que era locado na Rua João Coriolano, esquina com a Avenida Quintino Vargas. A nova gestão, alegando contenção de gastos, quis desativar essas salas e, sem consultar nenhum dos pais, distribuiu as matrículas das crianças (pré-1 e pré-2) para as demais escolas da cidade, principalmente para o Colégio de Aplicação, onde a diretora, Nilza Vaz dos Santos Silva, é irmã da secretária. Assim que retomada as aulas, os pais tiveram que ir localizar o novo local de estudos para as crianças, quase sempre longe das residências, já que as famílias são residentes na área urbana próxima ao local desativado e onde há facilidade para frequentar as aulas. Citam pais que levar crianças para locais distantes fica muito difícil.
A rede estadual de ensino disponibilizou espaço físico para uma sala de aula na Escola Dom Bosco, mas que precisa funcionar com professor do município e demais despesas também por conta da Prefeitura. A Secretária Olímpia Vaz não concorda com a criação desta opção de aulas naquele local. O argumento tem sido o de eliminação de despesas. Cita a secretária que nem mesmo com a concessão do espaço, a Secretaria Municipal de Educação não poderá ministrar aulas na Escola Dom Bosco pois isso demanda outras despesas, a exemplo de contratação de professor.
Alguns pais de alunos já se conformaram com essas transferências para diversos outros locais, Creche Padre Wiro, Escola Joaquim Berto, Colégio Aplicação e outros. Mas tem aqueles pais que estão resistentes, exigindo que seus filhos estudem próximos das residências. Os pais descontentes com a falta de opção de salas de aula próximo às suas casas esperam que a Promotoria possa fazer algo em defesa destes.