Um criador de gado, dono de umas 35 vacas de leite, está bem a vontade para deixar o gado, todos os dias, aproveitar o capinzal dos lotes baldios dos setores Serrinha, Águas Claras, Novo Horizonte e do novo Residencial Fiúco Leonel.
Um criador de gado, dono de umas 35 vacas de leite, está bem a vontade para deixar o gado, todos os dias, aproveitar o capinzal dos lotes baldios dos setores Serrinha, Águas Claras, Novo Horizonte e do novo Residencial Fiúco Leonel.
A reportagem foi procurada para mostrar o grave desrespeito ao Código de Postura do Município. Este consiste em risco maior ainda para moradores e em mais danos até para os quintais do que a outra criação de gado nas proximidades do Lago Pôr-do-Sol, já mostrada aqui no Oeste Goiano.
Desta feita o gado perambula por uma área bem maior. Os moradores contam que, invariavelmente, todos os dias, o gado é levado por um cavaleiro para aproveitar o capinzal dos setores. As reses são de uma chácara próxima, na saída para o povoado de Jacinópolis. Como o chacareiro tem uma terra pequena para aquele número de reses, ele diz que precisa aproveitar o capinzal das proximidades para alimentá-las.
Os moradores falam de estragos em plantações de quintais. Um morador do Residencial Fiúca Leonel quis aproveitar um lote vazio com o plantio de mandioca. Tudo foi comido pelo gado. Além dos danos em plantações, pode acontecer alguma agressão de vaca em criança ou adulto.
Essa liberdade do gado pelas ruas e lotes baldios daquele lado da cidade pode ser vista todos os dias. A reclamação foi feita para a fiscalização da Prefeitura de Iporá. Quem ouviu a queixa na Prefeitura, disse que “ia ver”. Os dias passaram. Nada foi feito.
Fica o alerta para os riscos de gado (35 vacas, um boi e bezerros) que todos os dias estão entre humanos e veículos, dentro da área do perímetro urbano.
O dia-a-dia em setores da cidade