O caso em que o vereador Weslley Barros responde na Câmara por danos ao patrimônio público terá desfecho na próxima quinta-feira, 17, quando haverá reunião para que sejam ouvidas todas as testemunhas do caso, tanto as do lado do vereador quanto aquelas que relatam o fato onde teria cometido ato ilegal.
Após isso, a Comissão de Ética tomará decisão sobre o caso e que encaminhará para o plenário da Câmara, onde é soberano para decidir sobre eventual punição ao vereador.
Weslley Barros estava também respondendo por alta de decoro parlamentar. Mas esta acusação foi retirada depois que o vereador pediu desculpas ao ofendido, o vereador presidente da Câmara, Eurides Laurindo.
O fato que movimenta a Comissão de Ética foi que, em 31 de março, segundo testemunhas, dentre estas o próprio presidente da Câmara, Eurides Laurindo e o assessor jurídico da Câmara, Marcelo Morais, o vereador Weslley Barros protagonizou fato em que supostamente teria faltado com o respeito com a autoridade da Casa. Inconformado de não poder fazer uma ligação interrurbana para uma cidade do Paraná, Weslley Barros atirou telefone grosseiramente na sala da presidência e adotou conduta, em corredores do prédio da Câmara, incompatível para o exercício da função de vereador. A ação proposta poderá punir o vereador com perca do mandato ou suspensão temporária de suas atividades legislativas.
