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Abordagem psicológica do paciente autista no atendimento odontológico

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIBRAS RIO VERDE – UNIBRAS
CURSO ODONTOLOGIA
LORENNA ARANTES BARROS

ABORDAGEM PSICOLÓGICA DO PACIENTE AUTISTA NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO

RIO VERDE-GOIÁS 2024
LORENNA ARANTES BARROS

ABORDAGEM PSICOLÓGICA DO PACIENTE AUTISTA NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO

RIO VERDE – GOIÁS 2024

ABORDAGEM PSICOLÓGICA DO PACIENTE AUTISTA NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO

Artigo científico apresentado ao Centro Universitário Rio Verde – UNIBRAS, como requisito parcial para à obtenção do título de Bacharel em Odontologia, sob a orientação do Profa. Adrielly Katrine Tozetto Morais Muto, aprovada em:/_/2024.

BANCA EXAMINADORA

…………………………………………………………………………….
Profª. Adrielly Katrine Tozetto Morais Muto (Orientadora)
Centro Universitário Unibras Rio Verde – UNIBRAS

…………………………………………………………………………….
(Membro 1)
Centro Universitário Unibras Rio Verde – UNIBRAS

…………………………………………………………………………….
(Membro 2)
Centro Universitário Unibras Rio Verde – UNIBRAS

ABORDAGEM PSICOLÓGICA DO PACIENTE AUTISTA NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO

Lorenna Arantes Barros
Adrielly Katrine Tozetto Morais Muto

RESUMO
O TEA – transtorno do espectro autista é uma condição neurológica que se caracteriza pelo desenvolvimento incomum, alterações de comportamento e deficiências na comunicação, padrões de comportamento repetitivo e interação social. Os receios e traumas dos pacientes com ou sem necessidades especiais serão sempre um obstáculo para o profissional aplicar suas habilidades. Para pacientes com TEA, é importante que a familia esteja envolvida, acolhimento, condicionamento psicologico e comportamental. Para tratar pacientes com TEA, é de extrema importancia empregar métodos de condicionamento e abordagens multidisciplinares, sempre envolvendo a familia, acolhendo-os e proporcionando um bom condicionamento psicológico e comportamental. A formação e a capacitação dos profissionais de saúde são fundamentais para fornecer um tratamento odontológico eficaz e individualizado para esses pacientes. Dessa forma, será possível compreender a relevância do tratamento odontológico para pacientes com TEA, desde que o profissional esteja devidamente preparado e capacitado, tendo uma abordagem adequada e personalizada para cada um.

Palavras-chave: Atendimento Odontológico. Transtorno do Espectro Autista. Técnicas

ABSTRACT

ASD – autism spectrum disorder is a neurological condition that is characterized by unusual development, behavioral changes and deficiencies in communication, repetitive behavior patterns and social interaction. The fears and traumas of patients with or without special needs will always be an obstacle for professionals to apply their skills. For patients with ASD, it is important that the family is involved, welcoming, psychological and behavioral conditioning. To treat patients with ASD, it is extremely important to employ conditioning methods and multidisciplinary approaches, always involving the family, welcoming them and providing good psychological and behavioral conditioning. The training and qualification of health professionals is essential to provide effective and individualized dental treatment for these patients. In this way, it will be possible to understand the relevance of dental treatment for patients with ASD, as long as the professional is properly prepared and trained, having an appropriate and personalized approach for each person.

Keywords: Dental Care. Autism Spectrum Disorder. Techniques

1 INTRODUÇÃO

É de extrema importância a manutenção da saúde bucal adequada dos pacientes portadores do autismo. Na realidade é que várias vezes os indivíduos se apresentam ao consultório de forma tardia, onde ocorrem reflexos na cavidade oral, observa-se problemas como cáries, doenças periodontais, bruxismo, má oclusão, o que ocasionará um tratamento odontológico cauteloso (AMARAL et al, 2012; SANTA’ANNA et al, 2017).

Sabe-se também que a interação com estes pacientes deve ser construída aos poucos, o cirurgião dentista necessita passar para esta criança ou adulto uma confiança e criar um vínculo, para que com isso o profissional possa desenvolver os cuidados relacionados à saúde oral deste (AMARAL et al, 2012; SANTA’ANNA et. al, 2017).

Existem várias formas de como atender as pessoas com espectro austista. As técnicas mais utilizadas são as de modulação aonde utiliza parentes e amigos com intuito de causar tranquilade e imitações. Músicas também tendo em vista o grande gosto musical do autista. Método Teacch onde possamos por meio de quadros, painéis e agendas demonstrar sequências de ações. O PECS que utiliza de imagens despertando o desejo na criança ao adulto de repetir junto ao elogio pós realizado a técnica. E por fim, ABA onde trabalha com a recompensa pós um estímulo positivo. Exemplo: paciente conseguiu abrir a boca o profissional recompensa com palmas e ou brinquedos.

Portanto em alguns casos mesmo tendo realizado todas as técnicas alguns pacientes apresentam resistência com o procedimento. E é onde entramos com a sedação, para que o paciente consiga ficar calmo e tranquilo, portanto devemos ter total consentimento do paciente e dos responsáveis.

2 METODOLOGIA

A metodologia é um componente essencial de qualquer pesquisa científica, pois define o conjunto de métodos e técnicas utilizados para coletar e analisar dados.
Os artigos selecionados para estudos nessa pesquisa foram retirados da base de dados google acadêmico do ano de 2012 a 2022, com as seguintes palavras chaves: “Abordagem odontológica do paciente autista” “odontologia em pacientes TEA” “Transtorno do espectro autista”.
Foram incluídos nesta pesquisa artigos completos em português , inglês e outras revisões de literatura.

3 REFERENCIAL TEÓRICO

Uma consulta de higiene dental pode ser difícil para crianças com TEA, pois a criança está em um ambiente desconhecido, cercada por novas pessoas e coisas. Aproximadamente 40% das crianças diagnosticadas com TEA recebem um diagnóstico como transtornos de ansiedade, que pode exacerbar os déficits de comunicação e socialização enquanto aumenta os comportamentos inadequados, como autoestimulação, autolesão e birra.

Além disso, a ansiedade pode ser aumentada pela incapacidade da criança de comunicar efetivamente os medos e /ou reservas vivenciadas ao pensar em fazer tratamento odontológico. Existem imagens, cheiros e sons estranhos que uma criança deve absorver e processar durante um curto período de tempo, como peças de mão, sucção, luzes fortes e toque pessoal, todos estímulos que podem exagerar as sensibilidades e fazer a criança se sentir desconfortável.

Durante esse processo, uma criança com TEA pode facilmente ficar sobrecarregada em todos os níveis sensoriais: visual, auditivo, tátil, olfativo e gustativo. A sobrecarga sensorial está associada a reações negativas em crianças com TEA e pode levar à agressão, comportamento auto lesivo, explosões emocionais, tentativas de bloquear os estímulos ou retraimento físico e social (ELMORE, et. al, 2016).
Uma consulta odontológica pode ser ainda mais difícil para crianças com deficiência de desenvolvimento (DD) devido à capacidade limitada da criança para compreender o objetivo da consulta odontológica, aversão oral correspondente ao seu diagnóstico médico,falta de familiaridade com o ambiente dentário e sensibilidade aos estímulos sensoriais apresentados de forma regular (peça de mão de alta velocidade, contra ângulo de profilaxia, luz suspensa, ruídos ambientais altos, textura e sabor de pasta de profilaxia) (COMO, et. al, 2020).

Quando estes problemas estão presentes, as respostas aos estímulos sensoriais recebidos não são classificadas adequadamente, levando a uma reação exagerada ou insuficiente ao estímulo. Posteriormente, o indivíduo com TEA podem responder atipicamente a estímulos visuais, auditivos, táteis, olfativos ou gustativos.

3.1 O QUE É TEA – TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA?

O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais,déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades. (linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/transtorno-do- espectro-autista/definicao-tea).

O autismo é uma condição permanente, isto é, acompanha o indivíduo por toda a vida, não tem cura, porém pode ter alterações durante o desenvolvimento da criança e se modificando com o passar dos anos. É denominado como “transtorno do espectro autista”, ou “desordens do espectro autista” e recebe o nome de espectro, pois abrangem situações diferentes umas das outras, desde há mais leve a mais grave, sendo que estão englobadas no grupo de dificuldades de comunicação e relacionamento social (VARELLA, 2015). A etiologia do transtorno do espectro autista ainda permanece desconhecida. Evidências científicas apontam que não há uma causa única, mas sim a interação de fatores genéticos e ambientais (SHIH, A. et. al, 2021).

O diagnóstico de TEA é essencialmente clínico, feito a partir das observações da Manifestações agudas podem ocorrer e, frequentemente, o que conseguimos observar são sintomas de agitação e/ou agressividade, podendo haver auto ou heteroagressividade. Estas manifestações ocorrem por diversos motivos, como dificuldade em comunicar algo que gostaria, alguma dor, algum incômodo sensorial, entre outros. Nestes momentos é fundamental tentar compreender o motivo dos comportamentos que estamos observando, para então propor estratégias que possam ser efetivas (AMARAL et al, 2012; SANTA’ANNA et. al, 2017).

Para que se tenha sucesso na abordagem odontológica nestes indivíduos com TEA, faz-se necessário a utilização de diversas técnicas durante as consultas objetivando a realização dos procedimentos primordiais, após a anamnese criteriosa (AMARAL et al, 2012; SANTA’ANNA et al, 2017).

3.2 TÉCNICAS A SEREM UTILIZADAS PELO PROFISSIONAL NO MOMENTO DO ATENDIMENTO AO PACIENTE TEA

Tendo como partida o estabelecimento do contato visual com o autista, devido à falta de interação social destes pacientes. O profissional deve se manter em direção ao paciente mantendo o contato visual, conseguindo transmitir segurança. O consultório deve ter cores claras e transmitir tranquilidade e o uso de espelhos faz com que o paciente sempre mantenha contato visual durante a consulta (AMARAL et al, 2012; SANTA’ANNA et al, 2017).

A modulação é uma técnica em que se utiliza parentes ou amigos dos autistas com o intuito que elas imitem os movimentos dos outros. Sendo sempre necessário elogios para que ela se sinta motivada a dar continuidade ao tratamento. E devido a dificuldade de entendimento aos comandos por parte destes pacientes, faz-se o uso de vídeos que demonstre a escovação, onde sempre que este material for reproduzido a criança imitará todos os passos, mesmo que esteja em um ambiente de consultório (AMARAL et al, 2012; SANTA’ANNA et al, 2017).

Os pacientes autistas demonstram um grande gosto musical e devido a isto, pode ser de grande interesse e prazer fazer a criação de músicas para que estas crianças desenvolvam a escovação escutando o som. Por terem uma ótima memória eles podem se negar à realização da prática se por alguma razão a letra for trocada durante o processo. Por isso, é necessário gravar a música e colocá-la sempre para tocar, com o intuito deste seguir as instruções (AMARAL, et. al, 2012; SANTA’ANNA et. al, 2017).
O Método TEACCH (Tratamento e educação para crianças autistas e com distúrbios correlacionados à comunicação) trata-se de uma organização do meio, ou seja, é o uso de uma rotina desenvolvida em quadros, agendas e painéis, para que se tenha sequência de ações. Com isso a criança perceberá o padrão das ações e as fará sem que precise de um responsável, adquirindo assim independência nas atividades. Na odontologia este método pode ser referenciado a escovação como exemplo (AMARAL, et. al, 2012; SANTA’ANNA, e.t al, 2017).

Outro método usado é o PECS (Sistema de Comunicação por figuras), ajudando no desenvolvimento da fala através do uso de diferentes imagens que mostrará o desejo da criança de uma forma mais rápida. Além de ajudar na comunicação do profissional durante o atendimento, onde a cada realização de uma etapa, o cirurgião dentista troca a imagem e faz um elogio ao paciente (AMARAL, et. al, 2012; SANTA’ANNA, et. al, 2017).


O ABA (Análise aplicada ao comportamento), tem a finalidade de ensinar habilidades que o autista não tem, demonstrando por etapas. Ou seja, a cada comportamento positivo é importante, fazer um elogio ou utilizar recompensas para demonstrar que aquela ação é adequada, com isto demonstrará que ações inadequadas não são corretas e não ocasionará recompensas. Pode-se citar o método dentro da odontologia, quando o dentista solicitar que o paciente abra a boca durante o procedimento (AMARAL, et. al, 2012; SANTA’ANNA, et. al, 2017).

Todas estas técnicas em conjunto com abordagens utilizadas em odontopediatria como: dizer- mostrar-fazer, reforço positivo, controle de voz, utilização de recompensa, toque e distração. São aplicadas durante o tratamento odontológico nos pacientes autistas com grau de severidade mediano e que sejam colaboradores (AMARAL, et. al, 2012; SANTA’ANNA, et. al, 2017).

3.3 USO DE SEDAÇÃO NO ATENDIMENTO DO PACIENTE COM TEA

O uso da sedação consciente é uma forma para que se consiga que o pacientefique mais calmo e tranquilo durante a consulta. Pode ser indicado quando este não é colaborativo, onde todas as abordagens citadas acima foram feitas e não se obteve sucesso. É necessário que a criança se permita ser sedada e que se tenha autorização dos responsáveis (AMARAL, et. al, 2012; SANTA’ANNA, et. al, 2017).
As estratégias de intervenção comportamental são consideradas a principal forma para lidar com a ansiedade do endivido, todavia, existem casos que essas estratégias não são eficientes em reduzir esse sentimento.

A sedação consiste através do uso do gás hilariante e oxigênio (N2O/O2) pode ser uma alternativa quando nenhum dos métodos comportamentais surtirem efeito para que possa ocorrer o tratamento.
O gás possui efeito ansiolítico, relaxante e levemente analgésico. A sedação inalatória permite a titulação de sedação, podendo ser reduzida ou aprofundada de acordo com a resposta clínica do paciente e é extremamente segura, não apresentando contra indicação absoluta. A utilização da sedação consciente influência de forma decisiva no comportamento de pacientes, reduzindo a ansiedade e medo com o decorrer das consultas (PICCIANI, 2014).

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Para assegurar a qualidade e a acessibilidade no atendimento as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), é crucial incentivar a inclusão desses indivíduos no ambiente odontológico. A inclusão não se resume apenas ao acesso,mas de oferecer um cuidado especializado e adequado ás necessidades especificas de cada paciente.
A criação de um ambiente acolhedor e eficiente é essencial para assegurar a saúde bucal e o bem- estar desses pacientes.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMARAL, C.; MALACRIDA, V.; VIDEIRA , F.; PARIZI, A.; OLIVEIRA, A.; AMARAL, L.; ANDRADE, R.; PEDROSA, D.; MARSIGLIO, A.; PERUCHI, C.; CARLOS, T. M. J. Remoção seletiva químico-mecânica do tecido cariado dentinário em paciente com transtorno de processamento sensorial: relato de caso clínico, 2022.

CERMAK, S. A.,STEIN DUKER, L. I., WILLIAMS, M. E., DAWSON, M. E., LANE, C. J., & POLIDO, J. C. Sensory adapted dental environments to enhance oral care for children with autism spectrum disorders: A randomized controlled pilot study. Journal of Autism and Developmental Disorders, 2015.

CODENTAL. Tudo sobre sedação com óxido nitroso no consultório odontológico. Disponível em: < https://www.codental.com.br/>. Acesso em: 10 jun. 2024.

INSTITUTE, T.J.B. (2014). Joanna Briggs Institute Reviewers. Manual: Edition, 2014.

MIRANDA, A. Dental care to patients with autism: clinical management guidelines. Rev. Bras, odontol, v.75, 2018.

MURSHID, E. Z. Effectiveness of a preparatory aid in facilitating oral assessment in a group of Saudi children with autism spectrum disorders in Central Saudi Arabia. Saudi Medical Journal, 2017.

OLIVEIRA, K.G; SERTIÉ, A.L. Autism Spectrum Disorders: Na Updated Guide for Genetic Counseling. Rev.Ciência básica, v.15, n.2, 2017, p. 233-238.

PICCIANI, Bruna Lavinas Sayed. Sedação inalatória com óxido nitroso/oxigênio: uma opção eficaz para pacientes odontofóbicos. Revista brasileira de Odontologia., Rio de Janeiro, v. 71, n. 1, p. 72-5, jan./jun. 2014

REIS, D., FRICKE, O., SCHULTE, A. G., & SCHMIDT, P. Is examining childrenand adolescents with autism spectrum disorders a challenge?— Measurement of Stress Appraisal (SAM) in German dentists with key expertise in paediatric dentistry. PLoS One, 2022.

SANT`ANNA, L.; BARBOSA, C.; BRUM, S. Atenção à saúde bucal do paciente autista. Revista Pró-universus, v.8, n.1, p.67-74, jan./jun 2017.

SANTANA, M. Acesso de pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ao atendimento odontológico no Município de Valente (BA), 2021.

STEIN DUKER, L. I. Adapting oral care protocols to support children with sensory sensitivities: Occupational therapy and dentistry. Dental care for children with special needs: A clinical guide, 2019, p. 77-98.

STRAIOTO, F. Paciente autista: métodos e estratégias de condicionamento e adaptação para atendimento odontológico. Arch Oral Res, v.8, n.2, 2012, p.43-51.

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