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Farmácias dentro de supermercados. Aprovado. Glaustin lutou por isso

Deputado federal Glaustin da Fokus vem lutando por isso nos últimos anos. Agora passa a depender só de sanção presidencial

A Câmara Federal acaba de aprovar instalação de farmácias em supermercados. Essa era uma luta do deputado federal por Goiás, Glaustin da Fokus. Ele é ligado a Agos (Associação Goiana dos Supermercados) e nos últimos anos ele batalhava por isso. Agora, comemora uma lei aprovada no Senado e na Câmara e que passa a depender só de sanção presidencial.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) o Projeto de Lei 2158/23, que autoriza a instalação de setores de farmácias no interior de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade. A proposta agora segue para sanção presidencial.

Para o relator, outro deputado goiano e que é o médico Dr. Zacharias Calil (União-GO), a medida facilita o acesso da população a medicamentos, especialmente em cidades de pequeno porte e regiões remotas do Brasil, onde há dificuldades de acesso a farmácias.

O texto estabelece que as farmácias poderão operar sob a mesma identidade fiscal do supermercado ou por contrato com drogaria licenciada, mas devem seguir as mesmas exigências sanitárias e técnicas vigentes. Isso inclui a presença obrigatória de farmacêuticos habilitados durante todo o horário de funcionamento, estrutura de consultórios farmacêuticos, condições adequadas de armazenamento, controle de temperatura, ventilação, iluminação e umidade, além de rastreabilidade e assistência farmacêutica.

A lei restringe a oferta de medicamentos em áreas abertas ou sem separação completa, como bancadas ou gôndolas externas. Para medicamentos de controle especial, com retenção de receita, a entrega só ocorre após o pagamento, com transporte em embalagem lacrada e identificável.

O projeto também permite que farmácias licenciadas contratem plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega, desde que cumpram a regulamentação sanitária.

Durante os debates, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) criticou a medida, argumentando que representa um risco de automedicação e cede aos interesses da indústria farmacêutica. “A pessoa que pega o medicamento vai pegar também pão. É um absurdo. É ceder ao interesse e lobby dos grandes laboratórios”, disse.

O Conselho Federal de Farmácia apoiou o texto, destacando que ele mantém exigências sanitárias rigorosas, como espaço físico segregado e presença de farmacêutico, sem autorizar venda em gôndolas comuns. A entidade enfatizou que o modelo preserva o equilíbrio entre acesso, concorrência e proteção à saúde pública.

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