
Mais uma indignação em Iporá. Agora, sobre desperdício de recurso público. A Ponte do Córrego Macaco, uma estrutura vital para o escoamento da produção rural na região do Cruzeirinho, volta a ser o centro das atenções, desta vez por uma grave denúncia de falhas estruturais que podem levar à sua demolição. A situação, que já havia gerado preocupação no ano passado com o desabamento da ponte original, agora levanta sérios questionamentos sobre a qualidade e a fiscalização das obras públicas no município.
O vereador Suélio Gomes, após receber uma denúncia, inspecionou pessoalmente a ponte e alertou para a existência de rachaduras e o risco iminente de desabamento. Segundo informações apuradas, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (GOINFRA) teria comunicado a prefeitura, sobre a necessidade de demolir a estrutura recém-reconstruída. A alegação é de que a ponte apresenta problemas de construção, com indícios de que o encabeçamento da ponte, a parte que a conecta à via, teria sido executado de forma inadequada.
A ponte, que desabou no ano passado e foi reconstruída após meses de espera, representa um investimento significativo de recursos públicos. Diante da nova crise, a população de Iporá e os produtores rurais da região exigem respostas claras. As perguntas que ecoam são: houve falha na execução da obra? Qual o montante exato de recursos públicos investidos na reconstrução? E, fundamentalmente, quem é o responsável pela fiscalização e pela garantia da segurança e durabilidade de tais projetos – a Prefeitura de Iporá ou a GOINFRA?
A Prefeitura de Iporá não manifestou sobre esse assunto.
