
A semana foi marcada por uma sequência de problemas ambientais em Iporá, todos relacionados à limpeza pública e ao manejo inadequado de resíduos, acendendo um alerta para a população e reforçando a necessidade de medidas urgentes por parte da administração municipal.
Um dos episódios que mais preocupou os moradores ocorreu no aterro sanitário, que, atualmente funciona como um lixão. Um incêndio atingiu a área, provocando intensa fumaça tóxica que se espalhou até a Vila Brasília, bairro mais próximo do local. Moradores relataram preocupação com a qualidade do ar e com os possíveis impactos à saúde provocados pela inalação da fumaça.
Outro problema registrado durante a semana foram os incêndios em lotes baldios. Com a vegetação seca em razão do período de estiagem, diversos focos de queimadas foram identificados, aumentando o risco de propagação do fogo, além da emissão de fumaça e da degradação ambiental.
Também ganhou repercussão uma denúncia envolvendo a garagem da Prefeitura de Iporá. Segundo as informações recebidas, resíduos provenientes da área da saúde, classificados como lixo hospitalar, estariam sendo acumulados no local. Especialistas alertam que esse tipo de material exige coleta, transporte e destinação final específicos, conforme a legislação ambiental e sanitária, por representar risco à saúde pública e ao meio ambiente.
Somando-se a esses problemas, a coleta de lixo urbano também tem sido alvo de reclamações. Após o encerramento do contrato com a empresa terceirizada e a municipalização do serviço, moradores afirmam que a coleta deixou de ocorrer com a regularidade necessária, principalmente nos bairros. O acúmulo de resíduos nas ruas preocupa a população, tanto pelos impactos ambientais quanto pelos riscos de proliferação de insetos, mau cheiro e doenças.
A gestão tem espaço assegurado se quiser manifestar sobre o assunto, mostrando as ações que planeja.
