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Auto gestão emocional

Programa de Pós-Graduação em Administração – PPGADM Mestrado Profissional em Administração

AUTOGESTÃO EMOCIONAL E PRODUTIVIDADE NO HOME OFFICE.

Pesquisadores: JAQUELINE PAIVA SOUTO LIMA – Pesquisador Responsável

THIAGO DE SOUZA POUBEL – Pesquisador Responsável

MARCO ANTÔNIO HARMS DIAS – Pesquisador Orientador

DANIEL EMANUEL CABRAL DE OLIVEIRA – Pesquisador Orientador

Rio Verde – GO

Junho/2026

AUTOGESTÃO EMOCIONAL E PRODUTIVIDADE NO HOME OFFICE

O bem-estar da sua equipe remota é prioridade? Conheça abordagens que fortalecem a cultura organizacional e a saúde mental no trabalho flexível.

Figura 1 – Autogestão emocional e produtividade no home office.

No cenário atual, o home office consolidou-se como uma modalidade de trabalho estratégica, trazendo flexibilidade, autonomia ao profissional, bem como, redução de gastos nas organizações. No entanto, esse formato também intensificou desafios como sobrecarga mental e a gestão emocional. Assim, a autogestão emocional torna-se uma competência essencial para garantir produtividade sustentável e saúde psicológica.

A autogestão emocional refere-se à capacidade de reconhecer emoções, controlar reações impulsivas e manter equilíbrio diante de pressões do dia a dia. No trabalho remoto, essa habilidade impacta diretamente o foco, a disciplina, a tomada de decisões e a organização do tempo. Logo, profissionais que não desenvolvem controle emocional tendem a apresentar procrastinação, queda no rendimento, irritabilidade e exaustão, afetando tanto a performance quanto o bem-estar.

Entre as principais estratégias para fortalecer a produtividade no home office destacamse: planejamento diário de tarefas, definição de horários, limites claros, pausas programadas, organização do ambiente de trabalho e práticas de autorregulação, como respiração consciente e autocuidado. Além disso, a comunicação assertiva com equipes e gestores reduz conflitos e favorece um ambiente profissional mais saudável.

Dessa forma, a produtividade no home office não depende apenas de tecnologia e ferramentas digitais, mas principalmente da capacidade do indivíduo em administrar emoções, estabelecer rotinas e manter equilíbrio mental, promovendo resultados consistentes e qualidade de vida no trabalho.

Figura 2 – Inteligência emocional no trabalho remoto.

Na Figura 2, podemos perceber que no centro, estão três símbolos poderosos: um cérebro, uma casa e o sinal de Wi-Fi. Essa representação simboliza que, no trabalho remoto, o ambiente físico (a casa) e a infraestrutura tecnológica (Wi-Fi) só funcionam plenamente quando integrados ao equilíbrio cognitivo e emocional (o cérebro). Ou seja, é a representação da mente como o verdadeiro local de trabalho.

A Figura 2 também apresenta quatro pilares de Impacto Organizacional, são eles:

– Produtividade Elevada: Representada por um gráfico de crescimento, sugere que o equilíbrio emocional elimina ruídos mentais, permitindo maior foco e eficiência nas entregas.

– Coesão da Equipe: Ilustrada por figuras conectadas, destaca que a distância física não precisa significar distanciamento social; a inteligência emocional atua como uma ferramenta que mantém o time unido e colaborativo.

– Retenção de Talentos: O ícone do coração junto ao colaborador enfatiza que profissionais que se sentem compreendidos e apoiados emocionalmente tendem a criar laços de lealdade mais fortes com a organização.

– Redução de Burnout: A imagem de uma bateria sendo carregada é uma metáfora visual para a sustentabilidade humana, mostrando que a gestão das emoções previne o esgotamento e preserva a energia vital da equipe.

Em suma, a imagem deixa claro que a inteligência emocional não é apenas um benefício extra, ou ainda uma simples ferramenta, mas, sim um pilar relevante para empresas que desejam prosperar na era do trabalho flexível.

Palavras-chave: saúde mental; desempenho profissional; autogestão emocional, Home Office.

Referências:

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