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Caiado recoloca Goiás no mapa global de eventos e negócios

Ambiente fiscal fortalecido, segurança pública consolidada e infraestrutura favoreceram a instalação de multinacionais em território goiano. No segmento esportivo, reforma do Autódromo de Goiânia garante MotoGP até 2030; primeira etapa movimentou R$ 1,14 bilhão e atraiu turistas de 20 países

Goiás foi escolhido pelos promotores do MotoGP para sediar etapa até 2030; indústrias buscam se instalar no estado graças ao ambiente fiscal fortalecido, a segurança pública consolidada e a expansão da infraestrutura/Fotos: Secom

Em 7 anos e 3 meses, a gestão do governador Ronaldo Caiado reposicionou Goiás nos cenários nacional e internacional ao consolidar um ambiente marcado por segurança pública, equilíbrio fiscal e infraestrutura moderna. Esse conjunto de fatores abriu espaço para a atração de indústrias multinacionais e bilhões em investimentos, além de recolocar o Estado no circuito de grandes eventos. É o caso do MotoGP, que movimentou R$ 1,14 bilhão na economia goiana, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O circuito mundial de motovelocidade não era realizado no Brasil há 22 anos. A retomada neste ano, no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna, superou em 32,5% a projeção inicial do impacto econômico, que era de R$ 867 milhões. Também foi sucesso de público, com 148.384 pessoas nos três dias de evento. A realização da etapa arrecadou R$ 173 milhões em tributos municipais, estaduais e federais.

Este é só o começo, já que o contrato assinado junto aos detentores de direito da competição prevê pelo menos mais quatro temporadas em território goiano. “Demos o passo na hora certa. Fomos firmes ao mostrar o potencial de Goiás e de Goiânia para receber os mais de 100 mil turistas que aqui vieram. Conseguimos trazer de volta uma prova que há 22 anos não era realizada no Brasil e há 36 anos não acontecia na nossa capital”, avaliou o governador sobre a estratégia utilizada para triunfar na negociação.

O projeto de reforma do Autódromo de Goiânia foi um dos motivos mais favoráveis para o Estado conseguir fechar o acordo. Trata-se, atualmente, do mais moderno da América Latina e o único do País chancelado pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM) para sediar a MotoGP. O Governo de Goiás aplicou R$ 250 milhões na obra, e o retorno econômico foi quatro vezes maior que o valor investido. “É um investimento que se paga já no primeiro ano. Mostramos à sociedade que se trata de uma decisão que traz muitos retornos econômicos e sociais, com geração de empregos e oportunidades para tantos goianos”, explicou o vice-governador Daniel Vilela.

Mais que incrementar o Produto Interno Bruto (PIB), o MotoGP em Goiânia teve impacto social, com geração de 10.838 postos de trabalho, sendo 75,7% diretos (8.206) e 24,3% indiretos (2.632). Sobre turismo, foram registrados visitantes de 20 países e de 25 Estados brasileiros, o que garantiu a ocupação de 100% da rede hoteleira. Os turistas gastaram, em média, R$ 6.856,28 nos dias em que permaneceram em Goiânia e nas cidades próximas.

Expansão industrial
O cenário encontrado em 2019 era de baixa competitividade e dificuldade para atrair novos investimentos, resultado de um ambiente fiscal fragilizado, altos índices de criminalidade e perda de protagonismo econômico frente a outros estados. Ao colocar a casa em ordem, Caiado liderou a criação de um novo ciclo de expansão industrial, marcado pela instalação de multinacionais e por projetos que ampliam a capacidade produtiva e fortalecem a economia estadual.

Com novas políticas de incentivo e articulação internacional, o Estado tem registrado a implantação de fábricas e expansão da capacidade produtiva em diversos setores. Na avaliação de Caiado, a migração de grandes marcas para Goiás tem desdobramentos que ultrapassam o fator econômico. “Não existe nenhuma política social com maior alcance e resultado do que aquela que gera emprego”, enfatizou o governador. Isso porque uma das maiores preocupações de sua gestão foi contemplar todas as regiões do Estado, especialmente aquelas historicamente desfavorecidas.

Entre os anúncios mais relevantes dos últimos anos está o da Mitsubishi Motors/HPE Automotores, que vai investir, nos próximos seis anos, R$ 4 bilhões na planta de Catalão. O recurso será destinado para a produção de novos modelos, além do desenvolvimento de tecnologias híbridas e flex. Já a Aclara Resources estima aplicar R$ 3,5 bilhões em Goiás para desenvolver o projeto de terras raras em Nova Roma, no Nordeste goiano. E a chinesa Weichai vai destinar inicialmente R$ 100 milhões para implantação de centro de montagem e distribuição de motores em Itumbiara.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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