Equatorial Goiás orienta moradores e proprietários de casas de temporada sobre cuidados durante períodos sem uso

Goiânia, 7 de abril de 2026 – O Brasil registrou mais de 1.100 incêndios de origem elétrica em 2024, de acordo com o Anuário da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel). O dado acende um alerta para cidades turísticas que possuem um grande volume de imóveis de temporada que permanecem fechados por longos períodos. Com a proximidade dos períodos de férias e maior ocupação desses imóveis, a realização de revisões elétricas preventivas, ainda nos meses que antecedem a alta temporada, é fundamental para evitar riscos e garantir segurança aos usuários. A executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires, explica que a ausência de moradores dificulta a identificação imediata de falhas, como curtos-circuitos e sobrecargas. “Fiações antigas e aparelhos esquecidos na tomada são fatores de risco, principalmente quando não há ninguém no local para perceber os primeiros sinais de fumaça ou estalos”, afirma a executiva.
Em Goiás, destinos como Caldas Novas, Rio Quente e Pirenópolis recebem milhares de visitantes ao longo do ano, especialmente em feriados e períodos de férias. Por isso, a Equatorial Goiás reforça que pequenos cuidados antes de sair de casa ou abrir um imóvel de temporada fazem diferença para garantir uma estadia segura e sem imprevistos, protegendo não só o patrimônio, mas também a tranquilidade de moradores e turistas.
Além da segurança, o aspecto econômico é impactado. Mesmo com a casa vazia, o consumo de energia pode continuar devido aos equipamentos em modo stand-by. Itens como televisores, micro-ondas, roteadores e carregadores de celular contribuem para o chamado consumo “invisível”, que eleva o valor da fatura sem que haja uso efetivo do imóvel.
A atenção deve ser redobrada em propriedades de aluguel por temporada. Segundo a executiva, a alta rotatividade de hóspedes e o uso simultâneo de diversos aparelhos de alta potência podem sobrecarregar a instalação elétrica interna, especialmente quando não há dimensionamento adequado da carga ou quando a estrutura é antiga.

A concessionária reforça quais são os sinais de alerta dentro de casa:
- Disjuntores que desarmam com frequência;
- Luzes piscando ou oscilando;
- Tomadas aquecidas ou com manchas escuras;
- Cheiro de queimado ou plástico derretido.
Caso algum desses sinais seja identificado, a recomendação é contratar um profissional qualificado para realizar uma revisão completa e, se necessário, promover a adequação da fiação, disjuntores e circuitos elétricos.
Confira 4 dicas de segurança
- Desligue o disjuntor geral: Esta é a medida mais eficaz para imóveis que ficarão vazios por muitos dias, eliminando riscos de curto e desperdício.
- Aparelhos fora da tomada: Retire eletrônicos das conexões para evitar danos em caso de descargas atmosféricas (raios).
- Evite extensões: Não deixe “benjamins” (T’s) ou extensões conectadas a vários aparelhos simultaneamente.
- Revisão técnica: Contrate um eletricista e verifique as condições da fiação antes de se mudar para um imóvel ou de fazer a locação para terceiros.
“Desligar o disjuntor geral é uma medida simples que aumenta a segurança e ainda reduz o desperdício de energia”, reforça Suzane Caires.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual.
