O que ocorreu ontem, quarta-feira, 15, em todo país, também ecoou em Iporá, com manifestações contra os cortes que o Governo Federal anuncia para a educação e, em ruas, bradaram também contra a reforma da Previdência e a forma como a gestão federal lida com o ensino público.
Em Iporá o Sintego (Sindicato dos Trabalhadores na Educação), com outras forças sindicais, atendeu ao apelo da Confederação Nacional da Educação e fez acontecer a manifestação. Escolas da cidade estiveram com aulas paralisadas, bem como em alguns estabelecimentos de cidades da região.
Entre 8 e 16 horas, na Praça do Trabalhador, centro de Iporá, houve manifestação, com distribuição de panfletos e coleta de assinaturas de quem se posiciona contra a Reforma da Previdência.
Foi às 18 horas, no Lago Pôr-do-Sol, que a manifestação foi mais sonora, com grande presença de profissionais, a maioria da educação. Vieram professores também de cidades vizinhas.
De microfone em mãos, muitos educadores falaram em desagrado com tudo que o Governo Federal anuncia para a educação em termos de cortes. Dias atrás, na Câmara de Iporá, o vereador Paulo Alves havia anunciado a mobilização e se posicionado contra estas medidas recentes do Governo Federal.
Segundo o Sintego, em Goiás foram 40 municípios e centenas de Escolas das Redes Municipais de e Estadual de Educação, Escolas particulares, Universidades e IF goiano, Instituto Federal de Goiás que participaram de paralisações e atos públicos.
Disse Bia de Lima, presidenta do SINTEGO: “Esse desrespeito do governo federal e estadual é um retrocesso na Educação. Por isto estamos aqui, pra dizer NÃO à Reforma da Previdência! Dizer NÃO ao corte do Fundeb, que atinge as Escolas da Educação básica! Não ao corte dos recursos de 30% das universidades! NÃO à violência nas Escolas. A nossa luta é todo dia”,
Anuncia o Sintego que a greve de ontem foi um esquenta para a Greve Geral dos Trabalhadores/as, dia 14 de junho.