
A Câmara Municipal de Iporá iniciou oficialmente os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de supostas irregularidades e improbidades administrativas envolvendo a prefeita Maysa Cunha. A comissão é presidida pela vereadora Viviane Specian, tendo como relator o vereador Ricardo Vital e como membro o vereador Cássio Lara.
Logo no início dos trabalhos, a CPI já enfrenta uma dificuldade considerada importante pela comissão: a notificação da prefeita para que ela tenha ciência oficial do processo e possa apresentar sua defesa.
Segundo a presidente da CPI, Viviane Specian, já foram realizadas cerca de dez tentativas de localizar a prefeita Maysa Cunha para a entrega presencial da notificação, porém sem sucesso. De acordo com a vereadora, a chefe do Executivo não foi encontrada nem na prefeitura, nem em sua residência, e também não respondeu aos contatos feitos por meio do WhatsApp.
Diante da situação, a comissão decidiu realizar a notificação por meio de edital. Após a publicação oficial, a prefeita terá prazo de 10 dias para apresentar sua defesa perante a CPI.
A investigação foi instaurada após uma moradora de Iporá apresentar denúncias apontando possíveis irregularidades administrativas. A partir disso, a Câmara Municipal aprovou a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito, que agora inicia os procedimentos formais de apuração.
Mesmo diante da dificuldade inicial para notificar a prefeita, a comissão afirma que seguirá cumprindo todos os trâmites legais para garantir o andamento das investigações.
