
Durante sessão recente da Assembleia Legislativa de Goiás, a deputada Bia de Lima mencionou a discussão sobre o destino das terras raras brasileiras e citou Iporá entre os municípios onde atuam mineradoras, ainda em fase de pesquisas. Ela defendeu que o tema seja debatido considerando os efeitos da mineração e a valorização dos recursos naturais do país.
Ressaltou a deputada que após essas pesquisas, Iporá adentra na fase de extração e o município precisa aproveitar isso para se fortalecer economicamente, mas com conscientização ambiental, em um processo de desenvolvimento auto sustentável.
Em 2026, o estado de Goiás consolidou-se como um ponto focal estratégico na disputa global por terras raras, elementos químicos essenciais para tecnologias de ponta, como veículos elétricos e equipamentos de defesa. O cenário atual é marcado por uma operação comercial em curso, acompanhada de intensa controvérsia política e jurídica.
Atualmente, a principal referência na extração comercial de terras raras no Brasil é a mina Serra Verde, localizada no município de Minaçu, no norte de Goiás. A unidade é considerada a única a operar em escala industrial no país, posicionando o estado no centro do interesse internacional.
