
O processo que pode resultar na cassação do mandato da prefeita de Iporá, Maiza Cunha, entrou na reta final. A comissão responsável pela apuração deverá concluir o relatório e encaminhá-lo ao plenário da Câmara Municipal para julgamento, previsto para ocorrer até 16 de novembro.
Segundo informações da comissão, a prefeita não apresentou defesa nas oportunidades concedidas. Na semana passada, Maysa tinha uma data marcada para se manifestar presencialmente, mas não compareceu. Nesta semana, o prazo para apresentação de defesa por escrito terminou na terça-feira, 3 de novembro, também sem manifestação.
As denúncias envolvem supostas irregularidades na gestão fiscal e o não pagamento de obrigações consideradas essenciais para o município. A apuração trata de acusações de crimes de responsabilidade atribuídos à prefeita.
Com o encerramento do prazo de defesa, a próxima etapa será a conclusão do relatório da comissão. O documento será levado ao plenário, onde os vereadores julgarão o caso e decidirão sobre a eventual cassação do mandato.
O julgamento deverá definir o desfecho político e administrativo do processo. Até a decisão dos vereadores, as denúncias permanecem como acusações em apuração.
